terça-feira, 24 de novembro de 2009

Rio Vermelho – Local para acampar


A 30 quilômetros de Vilhena, o Rio Vermelho é um dos pontos fortes para quem procura acampar ou apenas se aventurar por entre a decida do rio. Atrás da queda d’água mostrada na imagem há uma gruta.


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Melhor clima da região Norte – Turismo e Ecologia em Vilhena


Considerada a cidade clima da Amazônia, com temperaturas médias de 23°C e friagens no meio do ano, que chegam a 9°C, Vilhena possui um clima quente úmido, com período chuvoso de setembro a maio e precipitações pluviométricas que ultrapassam 2.000 mm/ano. Condições que também geraram o apelido de Campos de Jordão do Norte.
A cidade foi contemplada pela Embratur, por quatro anos consecutivos, com o Selo de Potencialidade Turística. Suas belezas naturais, com espetaculares cachoeiras e uma infra-estrutura completa, atraem turistas de todo o Brasil e do mundo.
A Fundação Nacional de Assistência ao Índio (Funai), administra várias reservas localizadas no interior do município, dentre elas o Parque Aripuanã, o Parque Tubarões e os Postos Roosevelt.
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Os desafios empolgantes das trilhas pelo serrado vilhenense

Com uma vegetação de serrado, Vilhena é um local ideal para trilhas em jipes. Durante o percurso é possível observar as belezas e os desafios que enriquecem ainda mais a aventura. Veja o vídeo:

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Arborismo na Cachoeira do Melki


Os limites são testados na prática do arborismo na Cachoeira do Melki, a 20 quilômetros do centro de Vilhena.
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Cachoeira do Melki – Opção de Ecoesporte


Local almejado pelas equipes de ecoesporte de Vilhena como a 2x24Horas para a realização de provas e lazer que incluem rapel, arborismo entre outros, a Cachoeira do Melki atrai turistas e aventureiros de todo o Cone Sul e outros estados.
Com 20 metros de altura, a queda d’água encanta e eleva a adrenalina a limites extremos durante uma decida de rapel. Sua vegetação ao redor é totalmente nativa. A Cachoeira do Melki está localizada há 20 quilômetros do centro urbano de Vilhena no sentido Colorado.
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Potencialidades turísticas devem ser mais exploradas; previsões para o futuro


O município de Vilhena pode ser considerado turístico, pois para isso uma cidade não precisa ser exatamente um pólo de atividades que abarquem história, cultura e natureza magníficas. O simples ir e vir de pessoas a uma região, às vezes a negócios, já tornam uma cidade turística. Para Bruna Scremin Ferreira, 21, estudante de Turismo, Hotelaria e Comissão de Bordo em Curitiba, “já é um turista um visitante que se desloca ‘voluntariamente’ por um período superior a 24h para um local diferente da sua residência ou do seu trabalho”.
Mas, segundo Inês Cerutti, gerente do Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – a área de turismo não é muito valorizada em Vilhena. “Ainda não conseguimos fechar nenhuma turma que envolva turismo. Temos cursos de agente de viagem e técnico em turismo, além de cursos básicos como barman, garçom e camareira, mas não há interesse por eles”, diz.
É o que diz também o empresário José Rover, proprietário do Hotel Rover, que vê que Vilhena está deixando de lucrar com o turismo ecológico. “Quando existia a rota de vôo vinda de São Paulo, muitos turistas paravam em Vilhena para pegar carros e irem para Pimenteiras por causa do Rio Guaporé”, diz. Ele salienta que a maior parte dos clientes do hotel são pessoas que vem para negócios. “Normalmente são representantes comerciais de indústrias e vendedores de produtos que sempre estão em viajem”, comenta.
Contudo com a criação da Secretária de Turismo de Vilhena, segundo Rita Marta Correia, responsável pelo Departamento de Turismo, haverá um melhor suporte para o desenvolvimento deste setor na cidade. “A área de turismo ainda está ligada à Secretaria de Indústria, Comércio, Agricultura e Meio Ambiente, mas já há autorização, dada pela Câmara Municipal, para a criação de uma secretaria específica que deve ser viabilizada no ano que vem”. Ela também diz que ainda não há números oficiais sobre as atividades nesse setor, e que o Departamento de Turismo está trabalhando para realizar um diagnóstico do setor na cidade. “Dados oficiais somente serão divulgados após pesquisa realizada junto ao segmento”, afirma.
Mesmo assim é visível, de tempos em tempos, um aumento de visitantes no município. É o caso em que há eventos ou reuniões religiosas na cidade. Foi para verificar o potencial turístico da Expovil – Exposição agropecuária de Vilhena – que o Departamento de Turismo fez uma pesquisa no ano passado nesta festa. Na pesquisa ficou constatado que 19% das pessoas entrevistadas eram turistas. E, perguntados sobre o que achavam da infra-estrutura da cidade a maioria se mostrou contente classificando-a como a boa. A única exceção foi quando perguntados sobre os balneários: quase 50% classificaram como regular esse quesito.
Há também outros eventos como o Sell – Seminário de Estudos Lingüísticos e Literários – realizado pelo Departamento de Ciências da Linguagem e Educação do campus da Universidade Federal de Rondônia em Vilhena que é considerado o maior do gênero em Rondônia e reúne cerca de 800 pessoas. Outro evento que atrairá 500 jovens para a cidade este ano é o Congresso Interestadual da Igreja Evangélica Luterana do Brasil. Ele será realizado entre 18 e 20 de julho e reunirá jovens de todo estado de Rondônia, do Acre e do sul de Mato Grosso, segundo a presidente do distrito Rondomat Márcia Fernanda Beyer.


Projetos para desenvolver o potencial de Vilhena
Segundo Rita a cidade conta hoje com dois projetos turísticos: o Caminho das Águas e o Sanestrada. O projeto Caminho das Águas, que já está em andamento é uma parceria com o Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental, e com o Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – e abrange além de Vilhena mais três cidades do Vale do Guaporé. Este projeto tem o intuito de promover o turismo de aventura, ecológico e de pesca esportiva.
Já o projeto Sanestrada – Viaje melhor, que ainda deverá ser implantado, tem como objetivo conscientizar os proprietários de estabelecimentos comerciais instalados junto às margens da BR-364, da necessidade e das vantagens da melhoria nas suas instalações de produção, sanitárias, oferta de serviços qualificados e infra-estruturas complementares.
Também, no momento, está sendo realizado um projeto de diagnóstico do turismo na cidade. Ele visa catalogar os lugares com potenciais turísticos, bem como orientar seus proprietários quanto ao oferecimento de infra-estrutura e segurança aos turistas. Quanto aos pontos turísticos já existentes, “alguns tem difícil acesso e outros não estão em condições de serem abertos ao público, como é o caso do Museu Casa de Rondon, por isso não são divulgados”, diz Rita. Mas, garante ela, no caso do Museu, que ainda para este ano existe um convênio para restauração solicitado pelo prefeito. “Estamos buscando o apoio para restaurar e revitalizá-lo [Museu Casa de Rondon] para aí sim abrir ao público, estamos em contato com o IPHAN para tombamento do mesmo, pois somente após esta ação é que conseguiremos o apoio financeiro para restaurá-lo”, completa.

A Região Norte é a maior das regiões brasileiras e abriga a gigantesca Floresta


A Região Norte é a maior das regiões brasileiras e abriga a gigantesca Floresta Amazônica. Por ser uma das últimas grandes reservas de recursos naturais - são 3,3 milhões de quilômetros quadrados, só no Brasil - e o local mais rico em biodiversidade do planeta, a Amazônia tem uma vocação natural para o Ecoturismo, atraindo pessoas de todo o mundo. A atividade vem despontando como uma das melhores alternativas econômicas para a região e já apresenta projetos bem-sucedidos que unem ONGs, comunidades locais e iniciativa privada. O grande desafio, no entanto, é explorar esse potencial, gerando emprego e renda, sem destruir a floresta.
Formada pelos estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Tocantins, Amapá e Roraima, a região é habitada por comunidades indígenas, caboclas, ribeirinhas, extrativistas e negras remanescentes de quilombos, além das populações que vivem nas cidades. Sua paisagem, em muitos pontos ainda selvagens e preservados, é caracterizada por uma imensa rede hídrica, que converge para o Rio Amazonas, e por uma formidável concentração e diversificação da flora, num clima quente e úmido. Na Amazônia, o difícil acesso e as longas distâncias encarecem tanto produtos quanto serviços para os visitantes. Por isso, há mais turistas estrangeiros do que brasileiros na região.
A cidade de Vilhena no Estado de Rondônia se destaca no cenário do Ecoturismo com suas belas cachoeiras. A cidade oferece um belo clima com belíssimas paisagens, encantando a todos os visitantes.